A grande maioria dos cabo-verdianos apoia o acesso aos contraceptivos, independentemente da idade ou do estado civil, e considera que a gravidez não deve impedir as raparigas de continuar os estudos. Os dados são da 10.ª Ronda do Afrobarometer, que analisou as percepções sobre saúde e direitos sexuais e reprodutivos. A pesquisa revela que cerca de três quartos dos cabo-verdianos consideram o aborto justificável quando a vida ou a saúde da mulher está em risco. Os cabo-verdianos defendem a autonomia das mulheres nas decisões sobre casamento e maternidade, apoiam a continuidade dos estudos das raparigas grávidas e consideram importante o ensino da educação sexual nas escolas. Apesar dos avanços, a gravidez precoce e as desigualdades de género continuam a ser desafios significativos para a educação e a saúde.
Sociedade
Maioria dos cabo-verdianos favorável à disponibilização de contraceptivos a qualquer pessoa sexualmente ativa independentemente do estado civil




