O jurista guineense Cabi Sanhá considera que o adiamento das eleições de 6 de dezembro não seria uma surpresa, dado o contexto político atual após o golpe militar. O primeiro-ministro de transição afirmou que não há condições para a realização das eleições. Embora não haja um anúncio oficial sobre o adiamento, fontes do governo de transição admitem essa possibilidade. Cabi Sanhá destaca a falta de diálogo e a suspensão das atividades políticas como fatores que dificultam a realização de eleições inclusivas e transparentes. Ele também menciona que, independentemente da data das eleições gerais, deverão ocorrer eleições autárquicas em 2027, as primeiras desde a independência da Guiné-Bissau.
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Guiné-Bissau: Adiamento das eleições não seria surpresa, diz analista

