Um grupo de ativistas da Frente Única e da Rede Internacional de Solidariedade com a Guiné-Bissau vai entregar hoje na embaixada do Senegal em Londres um manifesto urgindo uma "mediação séria e justa" da crise política guineense. As organizações acusam a CEDEAO de responsabilidade pela "consolidação de uma ditadura dirigida por um Comando Militar golpista" e questionam a indicação do Senegal para liderar a mediação. O documento expressa "enérgica indignação face à inação" do Senegal e exige ações imediatas da CEDEAO para o "regresso à ordem constitucional e democrática". Os signatários pedem a "libertação imediata e incondicional de todos os presos políticos" e a reabertura das sedes dos partidos políticos. Caso persistam os entraves, exigem a aplicação de "severas sanções individuais" da CEDEAO. O manifesto é subscrito pela Frente Única e pela Rede Internacional de Solidariedade com Guiné-Bissau, que inclui várias organizações internacionais. A divulgação do manifesto ocorre antes de um "Dia de Ação" com manifestações previstas em várias cidades.