Dias antes das eleições em Israel, o primeiro-ministro anunciou uma operação de segurança em Hebron após a morte de dois soldados israelitas. A operação resultou no deslocamento de cerca de 250 famílias palestinianas, com o exército israelita a realizar buscas na área. O governador de Hebron criticou a operação, alegando que civis não envolvidos estavam a ser afetados. As forças israelitas também limitaram o acesso a veículos na cidade. A operação ocorre em um contexto de tensões elevadas na Cisjordânia, com preocupações sobre a segurança e a resposta militar do governo israelita.