O autor expressa uma inquietação sobre a rápida transformação do mundo devido à inteligência artificial e compara isso com o debate político em Cabo Verde. Ele questiona se o país está suficientemente atento às implicações dessa revolução, apesar dos avanços na transformação digital. O texto destaca quatro ondas da inteligência artificial: a IA generativa, que democratiza a produção de conhecimento; a IA agêntica, que permite a delegação de decisões; a IA física, que aplica a inteligência artificial no mundo material; e o autoaperfeiçoamento recursivo, que levanta preocupações sobre o controle humano. O autor conclui que, à medida que a autonomia da IA aumenta, torna-se mais difícil garantir o controle humano, levantando questões sobre quem define os objetivos e limites desses sistemas.
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