O artigo analisa a crescente influência do poder privado nas decisões políticas, destacando um exemplo em que um empresário teve a capacidade de decidir sobre uma operação militar sem a intervenção de um chefe de Estado. A crítica aborda a transformação da democracia, onde a escolha do líder não eliminou a concentração de poder, mas multiplicou-a. A relação entre tecnologia e liderança é explorada, sugerindo que a política se tornou superficial, focando mais na imagem do líder do que em debates substanciais. O texto menciona a necessidade de um poder público que enfrente o poder privado e a importância de manter janelas abertas nesse poder público para garantir uma verdadeira representação dos cidadãos.