O chefe de diplomacia senegalesa, Cheikh Niang, mediador da CEDEAO, iniciou uma visita à Guiné-Bissau para analisar uma nova data para as eleições gerais. Durante a visita de dois dias, Niang se reunirá com responsáveis políticos e militares, incluindo o presidente de transição e o primeiro-ministro. A visita ocorre após a admissão de que as condições atuais não permitem a realização das eleições na data prevista, com a secretária-executiva adjunta da Comissão Nacional Eleitoral afirmando que a data atual é inviável e que o calendário eleitoral está em risco. O Exército derrubou o então Presidente em novembro de 2025, suspendeu o processo eleitoral e convocou novas eleições para dezembro.