O líder da bancada parlamentar do MpD acusou o Governo de transformar o Estado numa “agência de emprego partidário”, questionando a qualidade das nomeações e contratações. Ele defendeu que o Estado não deve ser uma agência de emprego partidário e que a gestão pública deve obedecer a critérios de transparência e competência. Durante o debate, enfatizou que a transparência é um direito dos cidadãos e uma obrigação do Governo, devendo ser demonstrada nas decisões e na divulgação de informações.