Gilson Alves, candidato à Presidência da República, manifestou a intenção de rasgar o acordo de pesca com a União Europeia, argumentando que os benefícios financeiros recebidos não compensam a exploração dos recursos marinhos nacionais. Durante uma visita a localidades piscatórias, ele ouviu queixas de pescadores sobre a diminuição do pescado e a presença de embarcações estrangeiras. Alves defendeu que a continuidade do acordo pode comprometer o futuro da pesca artesanal e anunciou uma iniciativa simbólica para queimar o acordo. Ele também mencionou que o chefe de Estado pode influenciar politicamente a decisão sobre o acordo, admitindo trabalhar em articulação com o Governo. O candidato criticou o valor anual recebido pelo país, considerando-o insuficiente em relação à riqueza dos recursos marinhos. As eleições presidenciais estão marcadas para 15 de Novembro, com seis candidatos disputando o cargo.