O artigo explora a conexão entre a emigração e a vida em Cabo Verde, começando com uma reflexão sobre a frase de um pai que afirmava que o governo do país era a azágua e a emigração. A narrativa descreve como a emigração, especialmente para Portugal, impactou as comunidades, trazendo esperança e mudanças significativas na paisagem rural. A chuva é apresentada como um símbolo de fartura, enquanto a sua falta traz dificuldades. O apoio dos emigrantes é destacado como crucial para a sobrevivência das famílias que permanecem na terra, mostrando a interdependência entre aqueles que partem e os que ficam.