A coordenadora do movimento cívico “Nos Criança, Nos Futuro” enfatizou a importância de questionar comportamentos aceites socialmente e de respeitar os limites corporais das crianças. Ela destacou que a prevenção da violência sexual deve começar pela educação no ambiente familiar, onde certas práticas são justificadas por laços de parentesco. Tavares sublinhou a necessidade de ensinar às crianças sobre seus direitos em relação ao próprio corpo e a importância de reconhecer abordagens abusivas. O movimento visa mobilizar profissionais para ações de sensibilização nas escolas e comunidades, promovendo a consciencialização e a denúncia de situações de violência sexual.