O encontro do primeiro-ministro com a comunidade cabo-verdiana na Damaia focou-se em várias questões, incluindo o acompanhamento dos doentes evacuados para Portugal, as dívidas que impedem antigos estudantes de obter documentação académica e as dificuldades de regularização. Os participantes relataram problemas no acesso aos serviços e criticaram a falta de resposta de instituições, apresentando propostas nas áreas da saúde, educação, cultura e transportes. O primeiro-ministro comprometeu-se a analisar as situações, embora sem prazos definidos. A situação dos pacientes evacuados gerou várias intervenções, com pedidos de apoio psicológico e melhor articulação entre os serviços. O primeiro-ministro reconheceu a pressão sobre a capacidade de alojamento e o financiamento, prometendo rever os procedimentos. Na educação, um participante expressou dificuldades devido a dívidas universitárias, e o primeiro-ministro separou a gratuitidade do ensino superior público da situação das dívidas anteriores. Também foram discutidas as dificuldades de regularização dos cabo-verdianos em Portugal, com pedidos de esclarecimentos sobre a articulação entre o Governo e as autoridades portuguesas. O primeiro-ministro anunciou a intenção de retomar um programa de preparação pré-partida.
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