Seis anos após o reconhecimento das ilhas do Fogo e do Maio como Reservas da Biosfera da Unesco, Cabo Verde enfrenta o desafio de traduzir o estatuto em acções concretas, segundo o cofundador da Biosfera I, Tommy Melo. Ele recomenda um foco na protecção efectiva da biodiversidade e na criação de melhores condições e oportunidades económicas para jovens e mulheres. Apesar do reconhecimento, Melo lamenta que não está sendo aproveitado na prática. Ele sugere que Cabo Verde deve utilizar as áreas marinhas protegidas e criar um plano de gestão que envolva a comunidade na monitorização. O Dia Internacional da Reserva da Biosfera, promovido pela Unesco, visa aumentar a consciência sobre a importância dessas reservas na conservação da biodiversidade e no desenvolvimento sustentável.
Sociedade
Biosfera defende impacto do selo da Unesco em oportunidades de desenvolvimento local no Fogo e no Maio




