A ministra da Família defendeu a necessidade de um plano participativo para prevenir a mutilação genital feminina, identificar situações de risco e assegurar o acompanhamento das vítimas. Durante uma ação de capacitação promovida pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a ministra destacou a importância de capacitar profissionais da Justiça, forças policiais, saúde e educação, além da sociedade civil. Embora a mutilação genital feminina não faça parte das práticas culturais cabo-verdianas, a ministra mencionou que dinâmicas migratórias exigem atenção, tendo sido identificada uma situação na ilha do Sal no ano passado. A presidente do INMLCF, Ineida Sena, ressaltou a importância de documentar melhor esta realidade e capacitar os participantes sobre os tipos de mutilação e os procedimentos de denúncia.