A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que a inteligência artificial se move lentamente, mas que deverá afetar 40% do trabalho no mundo a curto prazo, especialmente nas economias avançadas. Ela explicou que o impacto da IA no mercado de trabalho será visível em três a cinco anos, com a diminuição de trabalhos rotineiros, frequentemente ocupados por jovens. Georgieva destacou que, embora o impacto atual da IA no emprego seja ligeiramente positivo, a estrutura do emprego mudará no futuro. Ela também mencionou a resiliência surpreendente da economia global, apesar de choques como o aumento dos preços da energia e a inflação, mas advertiu sobre o crescimento da dívida. A diretora-geral do FMI incentivou a necessidade de disciplina orçamental e a adaptação a um mundo em mudança, além de alertar para os riscos que a IA pode representar para a estabilidade financeira.