Os cabo-verdianos expressam preocupações sobre a capacidade do Presidente da República em defender seus interesses e a eficácia da sua liderança. A passividade na liderança é vista como incompatível com a função presidencial, que deve ser exercida com intervenção permanente e comunicação assertiva. A imparcialidade política e a justiça social são consideradas essenciais, com o Presidente atuando como guardião da Constituição e mantendo um olhar atento às necessidades da sociedade, especialmente dos mais necessitados. O silêncio em momentos críticos é criticado, pois pode prejudicar o avanço e a eficácia do governo.
Política
As eleições presidenciais e o que os cabo-verdianos querem saber




