O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) anunciou a rejeição da candidatura de António Venâncio à liderança do partido, alegando insuficiência de assinaturas de apoio. António Venâncio contesta a decisão e acusa o partido de dificuldades em aceitar a democracia interna, prometendo anunciar os próximos passos. Ele é o segundo candidato a ter a sua candidatura rejeitada, após Higino Carneiro. O jurista Chipilica Eduardo levantou a hipótese de uma alegada 'manobra' relacionada com o cadastro de militantes do MPLA, afirmando que João Lourenço poderá permanecer na liderança do partido por mais 10 a 15 anos. Eduardo critica a manipulação eleitoral, destacando que o cadastramento dos militantes não está disponível para os demais pré-candidatos, o que limita a possibilidade de concorrência justa.