O novo Conselho de Administração das Sociedades ELECTRA identificou a falta de investimentos estruturantes desde 2015 e avarias em três grupos de produção na Central de Palmarejo como as principais causas dos cortes de energia. A administração reconhece um desequilíbrio financeiro significativo e a insuficiência de receitas para cobrir despesas, o que obriga a recorrer ao apoio do Tesouro Público. A prioridade imediata é assegurar que a capacidade de produção disponível atenda às necessidades de consumo durante as horas de ponta, uma vez que a capacidade térmica instalada não foi renovada desde 2015. O Conselho de Administração está a concluir um diagnóstico global da situação para definir políticas adequadas à recuperação e sustentabilidade das Sociedades ELECTRA.