Um estudo recente realizado em Cabo Verde revelou que 26% das mulheres diagnosticadas com cancro da mama apresentam mutações hereditárias. Esta informação é crucial, pois pode influenciar as estratégias de diagnóstico e tratamento, permitindo uma abordagem mais personalizada para as pacientes. A identificação de mutações hereditárias pode ajudar a determinar o risco de recorrência da doença e a necessidade de intervenções preventivas.