O Tribunal da Comarca do Sal proferiu uma sentença condenatória a seis arguidos envolvidos em crimes de mutilação sexual e exercício ilegal de profissão. O principal arguido, um cidadão da Guiné-Conacri com nacionalidade cabo-verdiana, foi condenado a 14 anos de prisão efetiva, acumulando penas por doze crimes de mutilação sexual e um crime de exercício ilegal de profissão. Os outros cinco arguidos, que são pais das vítimas, receberam penas suspensas, condicionadas ao pagamento de indemnizações e à obrigatoriedade de acompanhamento clínico das crianças. Um dos arguidos, natural da Guiné-Bissau, foi condenado a cinco anos de prisão suspensa, enquanto os restantes, dois do Senegal e um da Guiné-Bissau, receberam penas de três anos, também suspensas. A decisão judicial, datada de 13 de Abril, inclui a obrigação de os arguidos pagarem indemnizações às crianças ofendidas, além de as apresentarem para avaliação clínica no Hospital Regional Ramiro Figueira. As indemnizações devem ser depositadas em contas bancárias em nome das menores, acessíveis apenas quando atingirem a maioridade.
Sociedade
Seis condenados por mutilação sexual no Sal
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