O texto aborda a importância do Direito Penal, enfatizando que este deve julgar factos e não indivíduos. O autor, que lecionou Direito Criminal, recorda a sua experiência e a necessidade de se focar nos factos que sustentam as acusações, em vez de se deixar levar por opiniões ou preconceitos. Ele critica a superficialidade das discussões públicas sobre crimes como atentado contra o Estado de Direito e violação de regras urbanísticas, sublinhando que é fundamental apresentar provas concretas para que um tribunal possa decidir. O autor conclui que uma Justiça verdadeiramente forte é aquela que protege tanto os inocentes quanto os culpados, exigindo rigor e imparcialidade.