Os Estados Unidos estão a preparar um reforço significativo nos seus programas destinados a contrariar a influência da China, especialmente em áreas onde Pequim tem aumentado a sua presença. Este movimento é visto como uma resposta estratégica a uma série de iniciativas chinesas que visam expandir a sua influência política e económica globalmente. Os programas em questão incluem investimentos em desenvolvimento sustentável, parcerias com países em desenvolvimento e a promoção de valores democráticos. A administração americana acredita que, ao fortalecer estas iniciativas, poderá oferecer uma alternativa viável aos países que estão a ser atraídos pela ajuda chinesa. Além disso, os EUA planeiam aumentar a sua presença diplomática e militar em regiões estratégicas, como o Indo-Pacífico, onde a competição com a China é mais intensa. A intenção é garantir que os aliados e parceiros dos EUA tenham acesso a recursos e apoio que os ajudem a resistir à pressão chinesa. Este reforço de programas também inclui um foco em tecnologia e inovação, com o objetivo de garantir que os países aliados não fiquem dependentes de tecnologias chinesas. A administração Biden está a trabalhar para criar um ecossistema mais robusto que promova a colaboração entre os países ocidentais e os seus aliados.