Analistas destacam que, apesar dos incêndios extremos na Europa e América do Norte, as estatísticas globais de área queimada estão em mínimos históricos. Este fenômeno paradoxal é atribuído a uma melhor gestão de incêndios em África e Ásia, onde as emissões de carbono por queimadas estão em níveis recorde de baixa. Em contraste, a Europa e a América do Norte enfrentam incêndios de grande intensidade, com a área ardida a aumentar significativamente em relação à média da última década. Na Europa, o incêndio florestal deste verão em Espanha é o maior já registrado, devastando mais de 500 quilómetros quadrados. Nos EUA e Canadá, a superfície queimada é pelo menos 25% superior à média dos últimos dez anos, resultando em grandes regiões cobertas de fumo e impactando a qualidade do ar. Especialistas alertam que a intensidade e frequência dos incêndios estão a aumentar, especialmente na América do Norte e Europa, devido às alterações climáticas. Embora as emissões globais de queimadas estejam a diminuir, a atividade dos incêndios deve piorar nos próximos meses, especialmente com o desenvolvimento do El Niño, que pode provocar incêndios mais perigosos em várias regiões. Especialistas recomendam que os governos da América do Norte e Europa melhorem o planejamento e a adaptação, incluindo queimadas controladas para reduzir a vegetação excessiva. A conclusão é clara: a questão não é se as paisagens vão arder, mas quando isso ocorrerá.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoFogu na Europa y América do Norte ta aumenta, mas área queimada ta diminui
Analistas ta destaca ki, apesar di fogus ekstremus na Europa y América do Norte, estatístikas globais di área queimada ta na mínimu históricu. Es fenômenu paradoxal ta ser atribuidu a un melhó gestão di fogus na África y Ásia, undi es emissoes di carbono por queimadas ta na níveis rekord di baixu. Na kontra, Europa y América do Norte ta enfrenta fogus di grandi intensidade, ku área ardida ta aumenta significativamente na relação a média di últimu década.
Na Europa, fogu florestal di es verão na Espanha é es maior já registradu, devastandu mais di 500 quilómetros quadrados. Na EUA y Canadá, superfície queimada é pelo menos 25% superior a média di últimu dez anu, resultandu na grandes regiões cobertas di fumu y impactandu qualidade di ar. Especialistas ta avisa ki intensidade y frequência di fogus ta aumenta, especialmente na América do Norte y Europa, devido a alterações climáticas.
Embora es emissoes globais di queimadas ta diminui, atividade di fogus ta devera piora nos próximu meses, especialmente ku desenvovimentu di El Niño, ki pode provoca fogus mais perigosus na várias regiões. Especialistas ta recomenda ki governos di América do Norte y Europa melhóra planejamento y adaptação, inkluindo queimadas kontroladas pa reduzí vegetação excessiva. Conclusão é klaru: questão não é se paisagens vai arder, mas sim quando es vai ocorri.
Tradução automática para Kriolu — iniciativa do Kabu Verdi para promover a língua cabo-verdiana no digital.

