O ministro da Saúde anunciou que a integração dos 1.563 funcionários que ficaram de fora do PCFR será a prioridade antes da regulamentação de remunerações acessórias. Ele reconheceu a dívida herdada pelo setor e afirmou que é necessário resolver a situação dos trabalhadores excluídos antes de avançar com outras questões financeiras. Durante a visita à ilha do Fogo, o ministro também discutiu a necessidade de reduzir a transferência de doentes para a capital, sugerindo maior utilização de clínicas privadas locais para exames. Ele defendeu que, futuramente, os hospitais regionais devem ter seus próprios equipamentos de TAC para melhorar o diagnóstico e reduzir a dependência de evacuações.