Na Guiné-Bissau, a mobilização pública pelo regresso do ex-Presidente Umaro Sissoco Embaló, deposto em um golpe militar, está a crescer. Apoiantes lançaram uma campanha nas redes sociais, mas críticos alertam que o seu retorno pode agravar a tensão política. O jurista Paulino Quade afirma que, legalmente, Sissoco Embaló pode regressar livremente, pois não há restrições oficiais. No entanto, as autoridades de transição ainda não se pronunciaram sobre as condições do seu possível regresso. O analista político Manuel Nobre Barros sugere que o retorno de Sissoco Embaló poderia se encaixar em desenvolvimentos políticos recentes em Bissau.
Política
Regresso de Sissoco Embaló divide a Guiné-Bissau



