O Alto Comando Militar da Guiné-Bissau ordenou a transferência das sedes partidárias situadas a menos de 500 metros de órgãos de soberania, hospitais, missões diplomáticas e instalações militares no prazo de sete dias úteis. Um jurista guineense considera que a medida é ilegítima, argumentando que a legislação foi aprovada por uma entidade sem legitimidade. Ele afirma que a principal intenção da medida é afastar o PAIGC da sua sede histórica. O jurista também menciona que os tribunais da Guiné-Bissau estão comprometidos e não têm capacidade para contestar a decisão. A situação atual é vista como uma consolidação do afastamento do PAIGC, que já não tem acesso às suas instalações desde o golpe de Estado de 26 de novembro de 2025.
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Guiné-Bissau: “O que conta atualmente é a força do fuzil”



