O Primeiro-Ministro afirmou que não é possível corrigir em 100 dias aquilo que se acumulou durante anos, mas que é obrigação do Governo começar a corrigir agora. Ele reconheceu que a realidade encontrada foi mais exigente do que o previsto e identificou problemas como o acesso à água e à energia, precariedade das estradas, falta de inclusão social e constrangimentos ao desenvolvimento económico. O Executivo utilizou o Orçamento Rectificativo para reorganizar investimentos e priorizar áreas essenciais. Na educação, destacou a subsidiação das creches e do pré-escolar, além da gratuitidade do ensino superior. O Governo iniciou projetos de habitação social e investimentos em dessalinização de água. Também foram apresentadas medidas para a agricultura e melhorias nas pescas. Na energia, o objetivo é alcançar 70% de energias renováveis até 2031. O acesso universal e gratuito à saúde pública foi destacado como uma prioridade, assim como medidas na Justiça e segurança.