A CEDEAO apelou às autoridades da Guiné-Bissau para que realizem consultas amplas sobre o calendário eleitoral de maneira transparente e inclusiva, visando preservar as condições necessárias para um retorno pacífico à ordem constitucional. O primeiro-ministro de transição afirmou que o incumprimento de prazos legais e a caducidade dos órgãos de vários partidos políticos são os principais entraves à realização das eleições gerais. A porta-voz da Comissão Nacional de Eleições declarou que a realização de eleições a 6 de dezembro é tecnicamente improvável, devido a prazos que não foram observados. O Governo senegalês, mediador da CEDEAO, também destacou a necessidade de um diálogo construtivo para definir as condições de regresso à ordem constitucional e instou todas as partes a demonstrarem responsabilidade para preservar a paz social.
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CEDEAO apela ao diálogo “transparente e inclusivo” na Guiné-Bissau face a impasse eleitoral




