Durante uma conferência de imprensa em Lisboa, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Iraque, Fuad Hussein, enfatizou a necessidade da União Europeia (UE) participar ativamente no processo de paz no Médio Oriente. Ele apelou ao fim da 'guerra louca' que afeta não apenas a região, mas também a vida e a economia da Europa. Hussein argumentou que a Europa deve tomar iniciativas para se envolver na resolução do conflito, pois a sua ausência seria prejudicial tanto para os países europeus quanto para a região em crise. O vice-primeiro-ministro iraquiano destacou que a Europa pode desempenhar um papel crucial na busca por um acordo de paz, especialmente num cenário pós-conflito. Ele mencionou que vários países europeus estão dispostos a apoiar a região, sublinhando que a continuação do conflito não é do interesse de ninguém. O encontro com o homólogo português, Paulo Rangel, reforçou a ideia de que a colaboração europeia é essencial para a estabilidade no Médio Oriente. Paulo Rangel concordou com a visão de Hussein, afirmando que a UE pode realmente contribuir para a procura de soluções pacíficas. A presença da Europa na mediação de conflitos pode ser uma chave para o futuro da região, que enfrenta desafios significativos devido à guerra em curso.
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· Versão em Kriolu cabo-verdianoIraque Pede Envolvimentu di UE na Paz na Mídio Orientes
Duranti un konferénsia di imprensa na Lisboa, ministro di Negócios Estrangeiros di Iraque, Fuad Hussein, enfatizá necessidade di União Europeia (UE) pa participa ativamente na processo di paz na Mídio Orientes. El pediu pa fim di 'guerra louka' ki afeta não só a região, mas tamiém a vida y economia di Europa. Hussein argumentá ki Europa ten ki toma iniciativas pa se envolve na resolução di konflitu, pois ausência di el seria prejudicial pa países europeus y pa região em krisi.
Vice-primeiru-ministro iraquianu destacou ki Europa pode desempenhá un papel crucial na busca pa un akordu di paz, especialmente na un cenário pós-konflitu. El mencioná ki vários países europeus ta dispostos pa apoia região, sublinhando ki kontinuação di konflitu não é di interesse di ninguem. Encontro ku homólogo português, Paulo Rangel, reforçou ideia di ki colaboração europeia é essencial pa estabilidade na Mídio Orientes.
Paulo Rangel concordá ku visão di Hussein, afirmando ki UE pode realmente kontribui pa busca di soluções pacíficas. Presença di Europa na mediação di konflitus pode ser un chave pa futuro di região, ki enfrenta desafios significativos devido a guerra em korsu.
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