Durante uma conferência de imprensa em Ancara, Donald Trump declarou que os Estados Unidos estão prontos para atacar infraestruturas civis do Irão, incluindo centrais elétricas e instalações de dessalinização. A ameaça surge em resposta a ataques atribuídos ao Irão contra navios no estreito de Ormuz, uma rota crucial para o transporte de petróleo e gás natural. Trump afirmou que os ataques são uma retaliação e que os EUA continuarão a agir com força se necessário. Os comentários de Trump provocaram um aumento nos preços do petróleo, refletindo a preocupação com um possível reacendimento do conflito na região. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, criticou a postura dos EUA, comparando-a à sua conduta no Mundial de futebol que coorganiza, e reafirmou a determinação do Irão em defender os seus direitos. A cimeira da NATO também abordou a situação, com líderes a instarem o Irão a respeitar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz e a reafirmarem que o país nunca deve adquirir armas nucleares. A posição da NATO é clara, e o secretário-geral Mark Rutte destacou que a Aliança está disposta a intervir se necessário.