Hoje, a China pediu aos Estados Unidos que cessem o bloqueio e as sanções impostas a Cuba, após a Assembleia Geral das Nações Unidas ter decidido realizar um debate sobre o embargo. A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Mao Ning, afirmou que o bloqueio, que já dura mais de 60 anos, tem causado uma crise energética severa em Cuba. Mao enfatizou que essas medidas violam os princípios da Carta das Nações Unidas e comprometem os direitos de Cuba ao desenvolvimento. A decisão da Assembleia Geral da ONU, que foi aprovada por uma ampla maioria, reflete o apoio da comunidade internacional ao povo cubano e à sua soberania. Mao criticou as práticas unilaterais dos EUA, que carecem de apoio global, e reiterou a disposição da China em colaborar com a comunidade internacional para promover a justiça e a equidade. Cuba, que enfrenta uma grave crise energética desde 2024, viu sua situação agravada pelo bloqueio petrolífero e pelas sanções impostas pelos EUA. A China, um importante aliado de Cuba, tem reforçado seu apoio, oferecendo um pacote de ajuda que inclui assistência financeira e doações de alimentos.