Ao presidir à cerimónia de tomada de posse dos novos dirigentes da Polícia Nacional, o Primeiro-Ministro apelou a uma “nova abertura mental” que corresponda às necessidades de uma sociedade cada vez mais crítica. Ele afirmou que a nova fase da Polícia Nacional não será um recomeço, mas sim a continuidade do trabalho anterior, destacando que a sociedade civil exige melhores resultados. O Primeiro-Ministro comprometeu-se a resgatar a tranquilidade social e a segurança pública, centrando-se nos grandes centros urbanos. Ele também mencionou a importância de o país assumir novos sonhos e utopias, com a paz e a segurança como prioridades. Além disso, foram anunciadas várias nomeações para direções e comandos regionais da Polícia Nacional, incluindo a recondução de Jorge Humberto Gonçalves como diretor nacional.