O Ministério Público insiste numa pena de prisão efetiva e expulsão da Polícia de Segurança Pública para o agente Bruno Pinto, que já regressou ao serviço, no caso de Odair Moniz, morto durante uma operação policial. O procurador Pedro Pereira argumenta que o agente agiu com dolo direto e afasta a tese da legítima defesa, defendendo uma pena superior a cinco anos. O Tribunal da Relação de Lisboa irá analisar o recurso, que destaca que a sentença aplicada ao agente pode abrir um precedente perigoso sobre o uso de força letal em casos de resistência à detenção. A defesa alegou que a vítima transportava uma faca, mas isso não foi provado pelo tribunal. A sentença gerou protestos nas redes sociais e manifestações em Lisboa pedindo justiça.
Ministério Público quer assassino de Odair Moniz atrás das grades




