O artigo analisa a investigação à morte violenta de Zezito Denti d’Oru, que começou mal e piorou ao longo dos anos. A Procuradoria Geral da República abriu um inquérito a um caso de “homicídio agravado” contra um presumível assassino, mas apenas os agentes da Polícia Judiciária foram considerados pautáveis. O ex-director nacional da PJ, Carlos Alexandre Reis, e outros não foram ouvidos pelo Ministério Público, que descartou testemunhas-chave. O artigo critica a inversão de papéis, onde testemunhas se tornaram arguidos e vice-versa, e menciona que três inspetores da PJ foram acusados de mentir para prejudicar Paulo Rocha, que também é mencionado no contexto da investigação.