A polémica à volta da contratação do irmão do ex-ministro das Finanças por 7,2 milhões de escudos levanta questões sobre a autoridade na gestão da Unidade de Gestão de Projetos Especiais (UGPE) após a mudança de governo. O contrato foi celebrado a poucos dias das eleições legislativas, e a UGPE defendeu que não houve ilegalidade, seguindo as regras do Banco Mundial. No entanto, a dúvida persiste sobre quem autorizou a UGPE a emitir uma resposta institucional, considerando que a casa política das Finanças mudou de ocupante. A situação é complexa, envolvendo questões jurídicas, financeiras, éticas e políticas, e o povo cabo-verdiano levanta perguntas sobre a transparência e a imparcialidade do processo.
Política
Ken ki ta manda na kaza?




